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Tag: Julianna Baggott

Leituras de Dezembro/2017

 

Li pouco mais da metade dos 100 livros que queria ler em 2017. Abandonei apenas um livro sem terminar (Biofobia, do Santiago Nazarian, porque achei ruim mesmo). Outros eu deixei em hibernação para retornar/recomeçar a leitura esse ano. Entre eles: Everything Change: An Anthology of Climate Fiction, organizado por Manjana Milkoreit (acabei atropelando a leitura dele com outros e depois meio que esqueci), Molecular Red: Theory for the Anthropocene, de Kenneth McKenzie Wark (excelente, mas preciso dedicar 120% da minha atenção ou perco metade do significado) e October: The Story of the Russian Revolution, do China Miéville (quero pegar a tradução em formato físico). Dentre autores da gringa que li pela primeira vez em 2017, destacam-se Amelia Gray (com o sensacional livro de contos Gutshot) e Nnedi Okorafor (saí lendo praticamente tudo dela depois de Binti). Dentre autores brasileiros, dois conquistaram todo o meu amor à primeira leitura: Socorro Acioli (com A Cabeça do Santo) e Vitor Martins (com Quinze Dias). Eu não fiz um planejamento de leituras para 2017 e fui me deixando levar por vontades inomináveis e serendipidades descompromissadas. Acabei não lendo muito do que gostaria de ter lido, mas também descobri preciosidades de querer pendurar na parede e ficar admirando com um sorriso rasgado. Ainda não sei o que farei das minhas leituras de 2018–fora o plano de 1. ler bastante ficção escrita por pessoas trans para resenhar no blog do Escreva Trans (juro que ele já tá chegando!) e 2. expandir meu conhecimento de ficção weird. Acho que só isso já dá dois intensivões de estudo para esse ano. Bora?

Relembrando as leituras de: Janeiro | Fevereiro | Março | Abril | Maio | Junho | Julho | Agosto & Setembro | Outubro & Novembro.

Leituras de Agosto/2017 e Setembro/2017

Voltei. Tive um ataque de enxaqueca no começo de setembro que me derrubou bonito. Fiquei mais de uma semana sem conseguir fazer praticamente nada. Depois que a dor passou com três dias de remédio, resolvi desacelerar meu ritmo pelo resto do mês e passar na unidade de saúde do bairro para pedir uns exames e marcar consulta–porque já tem uns oito anos desde que fiz qualquer tipo de exame e não sei como eu tô vivo.

Quero escrever sobre alguns desses livros em posts individuais (The Boss é um romance erótico que me surpreendeu demais por ser tão divertido e tão bom mesmo jogando com vários tropos; Avi Cantor Has Six Months to Live é uma fofura de romance entre dois meninos trans; os contos do André e do Vitor são outros cubinhos de açúcar que também merecem recomendação; Wonder Woman: Warbringer superou minhas expectativas e dei 5 estrelas só porque não pude dar 50; e When Dimple Met Rishi é um sopro de frescor no gênero), então, por enquanto, fiquem com a lista de leitura dos últimos dois meses. Ainda tô bem atrasado na meta de 100 leituras, mas isso não me preocupa muito. O importante é que estou lendo bastante em comparação com os períodos dos últimos anos em que só rolava meia bola de feno entre um livro em janeiro e um quadrinho em dezembro.