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O que os leitores falam sobre o Metanfetaedro – Parte IV

Dá um pulo aquiaqui e aqui para ler os posts anteriores com as impressões dos leitores.

No post de hoje vou citar duas resenhas. Uma delas já saiu há algum tempo e possui um título que qualquer escritora em seus twentysomethings que nem eu gostaria de ver: Um bem-vindo atrevimento. O texto é do crítico Antonio Luiz M.C. Costa. Começa assim:

É comum a literatura de fantasia e ficção científica pecar pela falta de ousadia. Demasiados escritores que adoram colocar seus personagens em situações terrivelmente perigosas se recusam a sair de sua zona de conforto e correr riscos como autores. São muitos os textos que não passam de variantes de best-sellers e blockbusters da moda.

Esse foi um erro que a autora de Metanfetaedro (Tarja Editorial, 232 páginas, R$ 43,99), fluminense que assina com o pseudônimo de Alliah, não cometeu. Cada um dos oito contos é deliciosamente atrevido ao criar seus mundos, personagens, linguagens e situações. O que não falta é garra e disposição de se aventurar para além das convenções da literatura de aventura.

Leia o resto no blog do Antonio na Carta Capital.

A segunda resenha é mais fresquinha. Saiu ontem. Ou hoje, se você contar que foi no começo da madrugada. O texto é da Paula Sanches, que ganhou um exemplar do Metanfetaedro num sorteio que eu fiz aqui no blog. (E também levou uma arte original).

Metanfetaedro, de Alliah. O que escrever? Como exprimir em palavras as sensações que em mim foram despertadas através deste livro? Minha mente realmente viajou para lugares fantásticos, inesperados, vertiginosos, frios, lamacentos, arenosos, espaçosos, claustrofóbicos e outros tantos lugares sem igual e, certamente, diferentes de todos os que já visitei. Imaginem só a minha reação! Espanto, felicidade, tristeza, raiva, nojo, êxtase. Uma gama enorme de reações para um único livro e oito contos, nem todos mencionados durante a resenha.

Metanfetaedro é o tipo de leitura “tapa na cara, soco no estômago”, um convite para aqueles que querem se perder ou se encontrar, como Cristina Lasaitis escreve no prefácio da obra, nos lisérgicos mundos de Alliah.

Leia a resenha inteira no blog Electric Beans.

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