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O que os leitores falam sobre o Metanfetaedro – Parte III

No post de hoje, o espaço é do Vilto Reis e do Pablo. Primeiro o Vilto, que fez uma resenha deliciosa do livro, publicada no Homoliteratus e no Histeria. Dá só uma olhada num trechinho:

Fico olhando para uma capa – verde, contorcionismo para ler o título, desenho de uma, possivelmente, mulher – e lembro da sensação deliciosa que tive ao pegar o Metanfetaedro (nota 1: adicionar palavra ao dicionário do Word) na mão. Sério, não é possível que alguém que tenha ouvido o PodFiction#Extra – “Quem atirou na minha cabeça?”, ou acompanhe o blog alliahverso, como eu, não tenha curiosidade de ler um livro inteiro da Alliah (nota 2: evitar conversa de ela ser jovem, brasileira et cétera, como se esta fosse uma justificativa para fracassar e ela uma raridade por não ter fracassado).

Aí eu pego o tal livro na mão e penso: tá legal, vamos ver o que é esta p… de New Weird – sim, esta foi a minha primeira experiência com o gênero, que, diga-se de antepassagem, é alguma coisa entre uma mistura de Kafka e Salvador Dalí, mas com uma pitada de David Foster Wallace, se ele escrevesse fantasia, ou terror, ou ficção científica (nota 3: fugir de comparações aleatórias desnecessárias) –; e, adivinhem, surpreendi-me.

Leia o resto no Homoliteratus ou no Histeria (site desativado).

E o próximo leitor é o Pablo, que lá no espaço de resenhas da página do Metanfetaedro no Skoob, deixou um comentário curiosíssimo e bem bacana. Sente só:

Se um dia eu vier a conhecer Alliah pessoalmente um pouco da magia desaparecerá desse mundo. Digo isso porque criei uma imagem dela muito particular ao ler esse livro curioso e instigante. Tão particular que nem a vejo como uma pessoa real! O_O

Na minha cabeça, Alliah é uma daquelas personagens de sexualidade bruta desenhada pelo Simon Bisley e com a boca suja proporcionada por um Frank Miller. Ela andaria por aí com os cabelos despenteados, uma garrafa a tiracolo (para consumo próprio ou no caso de precisar de um coquetel molotov de improviso) e um símbolo da Anarquia estampado no peito. Atraente e perigosa.

Leia o resto aqui.

Mais pra frente o cara comenta que eu devo ser early reader d’Os Invisíveis! Há! Admito que sou heavy user dessa HQ. E, sim, foi através dela que eu dei uma lambida no pescoço do universo.

Até agora parece que os leitores do Metanfetaedro estão sendo devidamente sacudidos e desossados para fora de suas geometrias. Gosto disso. Amo foder com a cabeça de vocês. Aliás, da próxima vez que alguém me perguntar o motivo que me levou a ser escritora, responderei exatamente isso: pelo prazer de foder cabeças.

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