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O que os leitores falam sobre o Metanfetaedro – Parte II

O post de hoje é de mais dois leitores. A primeira é a Tânia Souza (que também é escritora e integrante do Quotidianos). Em seu blog, Tânia contou suas primeiras impressões sobre o livro num post que me deixou muito feliz. Olhem só:

“Chegou por aqui um livro que estava bem curiosa para ler, o Met… [ ahn, um instante para conferir e escrever corretamente ], pronto, o Metanfetaedro.

E por que estava curiosa? Eu gosto dos contos da Alliah, eles são super diferentes e ao mesmo tempo, carregam o que há de legal na literatura fantástica: não são comuns, banais ou realistas; mas dentro do estranhamento imenso que personificam, trazem pontos que poderiam ser reconhecidos em um passante qualquer desse universo conturbado que perambulamos .

Ah, confesso, não conheço a literatura new weird, (link para um texto muito bom no Mundo Fantasmo) portanto, é na base do experimentar para ver o que há mesmo. Então, desde que vi a divulgação, quis ler.

Cheguei a conclusão que o que há é diversão.
E que não dá pra se divertir e sair como se chegou.

E os personagens não são passageiros, ou seja, você pode “esquecer” deles, mas não totalmente, sempre deixam resquícios no leitor. É como a sereia do que o leitor encontra no primeiro conto do livro … sintetiza o mundo ao seu redor, real ou imaginado, mas reinventando-o em sua própria pele. O que quero dizer sobre os personagens como Iara, Mogul e Marmelo é que eles ficam, mesmo que você não os conheça tão bem, a autora consegue transmitir ao leitor o que possuem de melhor, ou pior, em essência.

E dá uma certa exasperação, do tipo, como assim acabou? Mas eu queria saber mais dessa persona/máquina/coisa/cidade/esquisitice/sinfonia.

Então, você pode encontrar poesia, tristeza, melancolia, raiva, risos e muito, muito espanto. E eu gostei disso.
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* As ilustrações são lindas.
* Na dedicatória, a autora sugeriu um ” aprecie sem moderação”, mas no meu caso já sei que será preciso ler Metanfetaedro em doses homeopáticas. Para aproveitar todas elas.”

O segundo leitor é o Guilherme Mendes, que muito gentilmente veio falar comigo através do Facebook para dizer que adorou o livro e que o divulgou em seu instagram de indicações literárias:

Leitor - Guilherme Mendes - Metanfetaedro - Instagram

Muito obrigada pelo carinho, Tânia e Guilherme!

E você, já tomou sua dose de Metanfetaedro?

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