em Lendo Ficção, Lendo Não-Ficção

Leituras de Fevereiro/2017

Eu costumava ler boa parte dos meus ebooks no aplicativo pra PC do Kindle (não tenho o aparelho). Era o aplicativo que eu achava mais confortável. Quando eu tinha opção de baixar .mobi ou .epub, sempre escolhia .mobi. Até que por algum motivo desconhecido, o aplicativo parou de funcionar. Cheguei a entrar em contato com o suporte técnico da Amazon, mas eles também não tinha a solução. Resultado: abandonei o aplicativo pra PC do Kindle e passei a ler ebooks no Icecream, que eu demorei pra pegar o gosto, mas tá indo. E os ebooks que adquiri pela Amazon, leio no aplicativo pra web.

Eu tinha planejado ler uma série de livros sobre violência em fevereiro e, como vários outros planejamentos que faço na vida, esse também não foi pra frente porque eu mesmo me atropelei com outras leituras abusadas que furaram a fila. Entre elas os livros do Wolfram e do Gleick, que comecei a ler ao mesmo tempo em que comecei a assistir as aulas de um curso de dinâmica não-linear.

Quebrando o ritmo de janeiro, quando li 12 livros, em fevereiro eu completei zero livros. Então essa breve lista será a das leituras em andamento e dos artigos recomendados.

Leituras em andamento

A New Kind of Science, de Stephen Wolfram. Livro de não-ficção. Publicado por Wolfram Media, 2002. [Goodreads]
Chaos: Making a New Science, de James Gleick. Livro de não-ficção. Publicado por Open Road Media, 2011. [Goodreads]
> Molecular Red: Theory for the Anthropocene, de Kenneth McKenzie Wark. Livro de não-ficção. Publicado por Verso, 2015. [Goodreads]
> Everything Change: An Anthology of Climate Fiction, org. Manjana Milkoreit, Meredith Martinez e Joey Eschrich. Vários autores. Livro de contos. Publicado por ASU Imagination and Climate Futures Initiative, 2016. Disponível gratuitamente aqui. [Goodreads]

Outras leituras

Seleção dos melhores artigos em revistas/jornais e posts em blogs que li durante o mês

Português:
> Vergonha da Dívida – A real sobre o endividamento: quanto mais se tenta esconder, mais ele cresce. Matéria de Juliana Carpanez. Publicado no TAB UOL.
> Oh My Glob! A não tão amável Princesa Caroço, texto de Nicoli Saft. Publicado no Headcanons em 7 de fevereiro, 2017.
> Na polêmica sobre turbantes, é a branquitude que não quer assumir seu racismo. Artigo de Ana Maria Gonçalves. Publicado no The Intercept Brasil em 15 de fevereiro, 2017.
> Para compreender o riso. Artigo de Camila Von Holdefer. Publicado no Blog do IMS em dezembro, 2016.

Inglês:
> One Girl In The Justice League, ensaio de Tansy Rayner Roberts. Publicado no Book Smugglers em 23 de janeiro, 2017.
> On Truth, Values, Knowledge, and Identity in 2017 and Beyond, de Damien Williams. Publicado em seu blog A Future Worth Thinking About em 7 de fevereiro, 2017.
> Bad things happen for a reason, and other idiocies of theodicy, ensaio de Sam Haselby. Publicado no Aeon em 31 de janeiro, 2017.
> Immaculate Heart, ensaio de Kiki Petrosino. Publicado na Poetry Magazine em 9 de fevereiro, 2017.
> Manic Pixie Cam Girls, artigo de PJ Patella-Rey. Publicado em 23 de janeiro, 2017.
> Hearing Things, ensaio de Kastalia Medrano. Publicado na Real Life em 18 de janeiro, 2017.
> The Dying Russians, matéria de Masha Gessen. Publicado no The New York Review of Books em 2 de setembro, 2014.
> None Dare Call It a Conspiracy: Who was behind the Moscow apartment bombings that accelerated Vladimir Putin’s rise to power?, matéria de Scott Anderson. Publicado no Longform (reprint da GQ, setembro de 2009).
> What Almost Every Outbreak Story Gets Wrong, artigo de Leyla Mei. Publicado na Motherboard em 24 de fevereiro, 2017.
> Rule by Nobody: Algorithms update bureaucracy’s long-standing strategy for evasion. Artigo de Adam Clair. Publicado na Real Life em 21 fevereiro, 2017.

Outra leitura importante de fevereiro foram os dois primeiros capítulos do livro Wonder Woman: Warbringer, da Leigh Bardugo, que será lançado no final do ano. Disponível para ler online aqui.

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