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Categoria: Lendo Não-Ficção

Leituras de Maio/2017

O mês foi leve em leitura de literatura, mas em compensação tive dias ótimos de escrita nos meus dois romances e eles estão avançando bem.

Como dá para ver ali embaixo, minha lista de leituras em andamento já tá enorme. Vou focar em terminar a maioria daqueles livros antes de começar algum novo–é um impulso bem desgraçado esse de sair pegando leituras novas sem ter completado as antigas. Planejo começar a leitura da minha listinha de cyberpunks (nacionais e internacionais) e escrever sobre eles depois que eu desengarrafar essas leituras em andamento acumuladas.

Contos

> Elektrograd: Rusted Blood, de Warren Ellis. 41 páginas. Publicado por SUMMON Books, 2015. [Goodreads] [Amazon]
> Entre Estantes, de Olívia Pilar. 10 páginas. Publicação independente, 2017. [Goodreads] [Amazon]
> Tempo ao tempo, de Olívia Pilar. 20 páginas. Publicação independente, 2017. [Goodreads] [Amazon]

Leituras de Abril/2017

Já posso dizer que estou cumprindo pelo menos um dos meus objetivos para o ano: ler mais ficção. Talvez pela natureza dos livros, minhas leituras de não-ficção estão andando a passos mais vagarosos, enquanto devoro romances em dois ou três dias e vou preenchendo o tempo entre literaturas com newsletters e artigos em blogs e revistas. Desde que parei de olhar timelines, minha inbox de newsletters não acumula mais como antes. O que eu preciso é fazer um esforço para ler mais contos online. Tenho uma cacetada guardados no Pocket e acabo esquecendo.

Voltei a usar o app do Kindle para PC. Resolvi tentar uma última vez reinstalar o programa e dessa vez o bicho tá funcionando direitinho. Ainda não sei qual foi o problema que bugou da outra vez, mas seja lá o que for, a atualização resolveu.

As imagens que estou usando para ilustrar os posts das leituras mensais são do tumblr People Reading In Movies. Daqueles tumblrs que se já não existissem, eu teria que inventar.

Leituras de Março/2017

Março foi mais um mês bem levinho em leituras e pesado em ruminações existenciais e tropeços mentais. O que eu mais li em março foi fanfic, o que não é novidade para absolutamente ninguém. Devorei boa parte do arquivo do AO3 na tag Myka Bering/Helena “H. G.” Wells, personagens do seriado Warehouse 13. Tô atrasado na meta de 100 livros para 2017. Vamos ver se recupero nos próximos meses.

Livros de ficção

> Agents of Dreamland, de Caitlín R. Kiernan. Novela. 112 páginas. Publicado por Tor, 2017. [Goodreads] [Amazon]
> Não chore, de Luiz Bras e Teo Adorno. Novela. 152 páginas. Publicado por Patuá, 2016. [Goodreads]

Leituras em andamento

Leituras de Fevereiro/2017

Eu costumava ler boa parte dos meus ebooks no aplicativo pra PC do Kindle (não tenho o aparelho). Era o aplicativo que eu achava mais confortável. Quando eu tinha opção de baixar .mobi ou .epub, sempre escolhia .mobi. Até que por algum motivo desconhecido, o aplicativo parou de funcionar. Cheguei a entrar em contato com o suporte técnico da Amazon, mas eles também não tinha a solução. Resultado: abandonei o aplicativo pra PC do Kindle e passei a ler ebooks no Icecream, que eu demorei pra pegar o gosto, mas tá indo. E os ebooks que adquiri pela Amazon, leio no aplicativo pra web.

Eu tinha planejado ler uma série de livros sobre violência em fevereiro e, como vários outros planejamentos que faço na vida, esse também não foi pra frente porque eu mesmo me atropelei com outras leituras abusadas que furaram a fila. Entre elas os livros do Wolfram e do Gleick, que comecei a ler ao mesmo tempo em que comecei a assistir as aulas de um curso de dinâmica não-linear.

Quebrando o ritmo de janeiro, quando li 12 livros, em fevereiro eu completei zero livros. Então essa breve lista será a das leituras em andamento e dos artigos recomendados.

Leituras de Janeiro/2017

Estou recuperando o ritmo de leitura de literatura que eu havia perdido desde meados de 2014 e estou bem feliz. Nesse janeiro de 2017 eu consegui não só me concentrar nos textos, mas me divertir e me satisfazer com eles–diferente do ano passado quando eu me arrastava por várias leituras fragmentadas e não-concluídas enquanto devorava quadrinhos e nada grudava muito tempo na memória.

Vamos à lista.

Não sou de fazer resenhas porque não gosto de escrever sobre uma obra tendo que me preocupar em não dar spoilers. Nos próximos dias postarei notas e observações sobre algumas das leituras.

O link do Goodreads vai te levar até a página do livro na minha estante do Goodreads, onde às vezes eu posto breves comentários e, ao final, sempre dou um número X/5 de estrelas para o livro.

Livros de ficção

> A Casa de Vidro (As Estações #1), de Anna Fagundes Martino. Novela. 78 páginas. Publicado por Dame Blanche, 2016. [Goodreads] [Amazon]
> Beleza Perdida, de Amy Harmon. Traduzido por Monique D’Orazio. Romance. 332 páginas. Publicado por Verus, 2015. [Goodreads] [Amazon]
> Trasgo #12, org. Clara Madrigano. Várias autoras. Revista de contos. 103 páginas. Disponível gratuitamente aqui. [Goodreads]
> Gutshot, de Amelia Gray. Livro de contos. 224 páginas. Publicado por FSG Originals, 2015. [Goodreads] [Amazon]
> A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli. Romance. 176 páginas. Publicado por Companhia das Letras, 2014. [Goodreads] [Amazon]
> Stone Butch Blues, por Leslie Feinberg. Romance. 386 páginas. Disponível gratuitamente aqui. [Goodreads]

Mães Literárias

Assino no Feedly um blog/tumblr chamado Literary Mothers (atualização: o tumblr não existe mais), uma coleção de pequenos ensaios sobre escritoras que influenciaram a vida de leitores. São textos curtos, recheados de sensibilidade e bem delicinhas de ler. Dentre os ensaios mais recentes, Caledonia Kearns escreve sobre Nora Ephron, Cora Currier escreve sobre Elizabeth Bishop, e Angela Jackson-Brown escreve sobre Maya Angelou. O blog tem chamada aberta para submissão. Penso que se fosse eu a escrever sobre uma mãe literária, escreveria sobre Virginia Woolf–existe maternidade literária mais clichê que essa?, tô cheia de irmãs e irmãos dessa mãe. Mas é que Woolf foi divisor de águas & farol em tempestade & abrigo na minha vida mesmo. O livro culpado desse marco foi Mrs. Dalloway, lido pela primeira vez no meio da adolescência, e relido incontáveis vezes ao longo dos anos tanto em português quanto em inglês. Dali para obsessões seguintes com A Room Of One’s Own e Orlando foi um pulo. Virginia Woolf é mãe que me fornece alimento inesgotável, inquietudes nutritivas, e conforto incondicional.

Mães literárias têm desse abraço infinito.

“Quando eu falo para as pessoas que os livros de Dr. Angelou salvaram minha vida, eu não estou exagerando,” diz Jackson-Brown.